Os 99 Nomes de Allah (Deus)

12 de maio de 2009

Os 99 nomes de Deus, de acordo com a tradição islâmica são:

Alá (الله) O Deus

Al Rahman (الرحمن) O Compassivo; O Beneficente

Al Rahim (الرحيم) O Clemente; O Misericordioso

Al Malik (الملك) O Soberano

Al Quddus (القدوس) O Sagrado

Al Salam (السلام) A Fonte da Paz

Al Mu’min (المؤمن) O Guardião da Fé; A Fonte da Fé

Al Muhaymin (المهيمن) O Protetor

Al ‘Aziz (العزيز) O Poderoso (Onipotente)

Al Jabbar (الجبار) O Irresistível; O que Compele

Al Mutakabbir (المتكبر) O Majestoso

Al Khaliq (الخالق) O Criador

Al Bari’ (البارئ) O que Faz evoluir; O que Concebe

Al Musawwir (المصور) O Formador; O Modelador

Al Ghaffar (الغفار) O que Perdoa

Al Qahhar (القهار) O Dominador

Al Wahhab (الوهاب) O Doador

Al Razzaq (الرزاق) O Provedor

Al Fattah (الفتاح) O que abre

Al Alim (العليم) O que Tudo Sabe; O Omnisciente

Al Qabid (القابض) Aquele que Constringe

Al Basit (الباسط) O que Expande; O Magnânimo

Al Khafid (الخافض) O que Rebaixa

Al Rafi’ (الرافع) O que Exalta

Al Mu’izz (المعز) O que Honra

Al Mudhill (المذل) O que Desonra

Al Sami’ (السميع) O que Tudo Ouve

Al Basir (البصير) O que Tudo Vê

Al Hakam (الحكم) O Juiz

Al ‘Adl (العدل) O Justo

Al Latif (اللطيف) O Sutil

Al Khabir (الخبير) O Ciente; O Desperto

Al Halim (الحليم) O Clemente; O Delicado

Al ‘Azim (العظيم) O Magnificiente; O Infinito

Al Ghafur (الغفور) O que Tudo Perdoa

Al Shakur (الشكور) O Apreciador

Al ‘Ali (العلى) O Mais Alto

Al Kabir (الكبير) O Maior

Al Hafiz (الحفيظ) O Preservador

Al Muqit (المقيت) O que Sustenta

Al Hasib (الحسيب) O que Reconhece

Al Jalil (الجليل) O Sublime

Al Karim (الكريم) O Generoso

Al Raqib (الرقيب) O Vigilante

Al Mujib (المجيب) O que Responde

Al Wasi’ (الواسع) O que Tudo Abarca

Al Hakim (الحكيم) O Sábio

Al Wadud (الودود) O Amante

Al Majid (المجيد) O Glorioso

Al Ba’ith (الباعث) O que Ressuscita

Al Shahid (الشهيد) A Testemunha

Al Haqq (الحق) A Verdade, Aquele que é Real

Al Wakil (الوكيل) O Confiável; O Depositário

Al Qawiyy (القوى) O Mais Forte

Al Matin (المتين) O Firme, o Leal

Al Wali (الولى) O Amigo Protetor, O Patrono e Ajudante

Al Hamid (الحميد) O Digno de Louvor

Al Muhsi (المحصى) O Calculador, O Numerador de Tudo

Al Mubdi’ (المبدئ) O que Dá Origem; O Produtor; O Originador e Iniciador de Tudo

Al Mu’id (المعيد) O Restaurador; Que Traz Tudo de Volta

Al Muhyi (المحيى) o Doador da Vida

Al Mumit (المميت) O Criador da Morte, O Destruidor

Al Hayy (الحي) O Eterno Vivente

Al Qayyum (القيوم) O Auto-Subsistente; O que a Tudo Sustém

Al Wajid (الواجد) O que Encontra; O que Percebe; O Infalível

Al Majid (الماجد) O Nobre; O Magnificente

Al Wahid (الواحد) O Único; O Indivízível

Al Samad (الصمد) O Eterno; O Impregnável

Al Qadir (القادر) O Capaz

Al Muqtadir (المقتدر) O Mais Poderoso; O Dominante; O que Tudo Determina

Al Muqaddim (المقدم) O que Adianta; O que Apressa

Al Mu’akhkhir (المؤخر) O que Atrasa; O que Retarda

Al Awwal (الأول) O Primeiro

Al Akhir (الأخر) O Último

Al Zahir (الظاهر) O Manifesto

Al Batin (الباطن) O Oculto

Al Wali (الوالي) O que Governa; O Patrão

Al Muta’al (المتعالي) O Mais Elevado

Al Barr (البر) A Fonte da Bondade; O Mais Generoso e Correto

Al Tawwab (التواب) O que Aceita o Arrependimento

Al Muntaqim (المنتقم) O Vingador

Al ‘Afuww (العفو) O que Perdoa

Al Ra’uf (الرؤوف) O Compassivo

Malik al Mulk (مالك) (الملك) O Detentor de Toda A Majestade; O Eterno Detentor da Soberania

Dhu al Jalal wa al Ikram (ذو الجلال و الإكرام) O Senhor da Majestade e da Generosidade

Al Muqsit (المقسط) O Equitativo

Al Jami’ (الجامع) O que Reúne; o que Unifica

Al Ghani (الغنى) O Auto-Suficiente; O Independente; O Possuidor de Todas as Riquesas

Al Mughni (المغنى) O Enriquecedor; O Emancipador

Al Mani'(المانع) O que Impede; O que Defende

Al Darr (الضار) O que Causa Preocupações (This attribute can only be found in hadith. In the Quran this attribute is used exclusively for Satan in Sura 58 verse 10)

Al Nafi’ (النافع) O que Beneficia

Al Nur (النور) A Luz

Al Hadi (الهادئ) O Guia

Al Badi (البديع) O Incomparável, O Originador

Al Baqi (الباقي) O Perpétuo

Al Warith (الوارث) O Herdeiro Supremo

Al Rashid (الرشيد) O Guia para o Caminho Reto, O Professor Infalível, O Conhecedor

Al Sabur (الصبور) O Paciente, O Eterno

Al Rabb (رب) O Senhor

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Iansã

12 de maio de 2009

Oyá recebeu, de Olorun, a missão de transformar e renovar a natureza através do vento, que ela sabe manipular. O vento nem sempre é tão forte, mas, algumas vezes, forma-se uma tormenta, que provoca muita destruição e mudanças por onde passa, havendo uma reciclagem natural. Normalmente, Oyá sopra a brisa, que, com sua doçura, espalha a criação, fazendo voar as sementes, que irão germinar na terra e fazer brotar uma nova vida. Além disso, esse vento manso também é responsável pelo processo de evaporação de todas as águas da terra, atuando junto aos rios e mares. Esse fenômeno é vital para a renovação dos recursos naturais, que, ao provocar as chuvas, estarão fertilizando a terra.

Apesar de dominar o vento, Oyá originou-se na água, assim como as outras iyabas, que possuem o poder da procriação e da fertilidade.

Conhecida no Brasil como Yansã, cujo nome advém de algumas formas prováveis: Oyamésàn – nove Oyàs; usado como um dos nomes de Oyà

Ìyá omo mésàn, mãe de nove crianças!!

Djins (Gênios)

3 de maio de 2009

O djin, na demonologia árabe e muçulmana, é um espírito capaz de assumir a forma de um homem ou animal e de exercer influências sobrenaturais sobre pessoas, para o mal ou para o bem. Eram populares na literatura do oriente médio, como nas histórias das Mil e Uma Noites.

São os espíritos travessos que foram criados por Alá a partir do fogo, sendo os intermediários entre os homens e os anjos.

Os Djins, segundo a tradição, ajudavam os sábios e adivinhos a prever o futuro. Para tanto, subiam até a ante-sala do céu, de onde espionavam a conversa dos anjos a respeito do que estava por acontecer.

Os djins aparecem várias vezes no Alcorão, como no capítulo 72, SURAT AJJIN (Surata d´os Gênios).
“E, entre nós (os gênios) há virtuosos e há também os que não o são, porque formamos distintas seitas. E consta-nos que jamais poderemos safar-nos de Deus na Terra, nem tampouco iludi-Lo, fugindo (a outras paragens). E quando escutamos o guia, cremos nele; e quem quer que creia em seu Senhor, não há temer fraude, nem injustiça.” (Surat 72, 11-13)

Hino à Umbanda

3 de maio de 2009

Refletiu a luz divina,
em todo seu esplendor
Vem do reino de Oxalá
Onde há paz e amor.

Luz que refletiu na terra
Luz que refletiu no mar
Luz que veio de Aruanda
Para tudo Iluminar

A Umbanda é paz e amor
Um mundo cheio de luz
É a força que nos da vida
E a grandeza nos conduz

Avante filhos de fé
Com a nossa lei não há

Levando ao Mundo inteiro
A bandeira de Oxalá

preto-velhoNum cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, pitando o seu cachimbo, um triste preto-velho chorava. De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces e não sei porque contei-as… Foram sete.

Na incontida vontade de saber aproximei-me e o interroguei. Fala, meu preto-velho, diz ao teu filho por que externas assim uma tão visível dor?

E ele, suavemente respondeu: Estás vendo esta multidão que entra e sai? As lágrimas contadas estão distribuídas a cada uma delas.

A primeira, eu dei a estes indiferentes que aqui vem em busca de distração, para saírem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber…

A segunda a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um milagre que seus próprios merecimentos negam.

A terceira, distribui aos maus, aqueles que somente procuram a UMBANDA, em busca de vingança, desejando sempre prejudicar a um seu semelhante.

A quarta, aos frios e calculistas que sabem que existe uma força espiritual e procuram beneficiar-se dela de qualquer forma e não conhecem a palavra gratidão.

A quinta, chega suave, tem o riso, o elogio da flor dos lábios mas se olharem bem o seu semblante, verão escrito: Creio na UMBANDA, nos teus caboclos e no teu Zambi, mas somente se vencerem o meu caso, ou me curarem disso ou daquilo.

A sexta, eu dei aos fúteis que vão de Centro em Centro, não acreditando em nada, buscam aconchegos e conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente.

A sétima, filho, notas como foi grande e como deslizou pesada? Foi a última lágrima, aquela que vive nos olhos de todos os Orixás. Fiz doação dessa aos Médiuns vaidosos, que só aparecem no Centro em dia de festa e faltam as doutrinas.

Esquecem que existem tantos irmãos precisando de amparo material e espiritual.

Assim, filho meu, foi para esses todos, que viste cair, uma a uma

Ogum – São Jorge;
Oxóssi/Oxoce – São Sebastião;
Xangô – São Jerônimo,São João Batista
Iemanjá – Nossa Senhora dos Navegantes;
Oxum – Nossa Senhora da Conceição;
Iansã/Oiá – Santa Bárbara;
Omolu/Omulu/Obaluaiê/Obaluaê – São Roque, São Lázaro;
Obá – Santa Rita de Cássia,Santa Joana d’Arc
Nanã – Sant’Anna;
Egunitá – Santa Sara Kali,
Oxalá – Divino Jesus Cristo, o Ser Cristalino

Umbanda

3 de maio de 2009

A Umbanda é uma religião 100% brasileira que sincretiza diversas religiões, como o catolicismo, o espiritismo, os cultos indígenas, e os cultos africanos, principalmente o candomblé.

Os fundamentos da Umbanda variam conforme a vertente que a pratique, como Umbanda de Caboclo, Quimbanda , Umbanda traçada, Umbanda Esotérica, Umbanda Iniciática e etc.

Existem alguns conceitos básicos que são encontrados na maioria das casas e assim podem, com certa ressalva e cuidado, ser generalizados para todas as formas de Umbanda. São eles:

– A existência de uma fonte criadora universal, um Deus supremo, chamado Olorum ou Zambi;
– A obediência aos ensinamentos básicos dos valores humanos, como: fraternidade, caridade e respeito ao próximo. Sendo a caridade uma máxima encontrada em todas as manifestações existentes;
– O culto aos Orixás como manifestações divinas, em que cada Orixá controla e se confunde com um elemento da natureza do planeta ou da própria personalidade humana, em suas necessidades e construções de vida e sobrevivência;
– A manifestação dos Guias para exercer o trabalho espiritual incorporado em seus médiuns ou “cavalos”;
– O mediunismo como forma de contato entre o mundo físico e o espiritual, manifesta de diferentes formas;
– Uma doutrina, uma regra, uma conduta moral e espiritual que é seguida em cada casa de forma variada e diferenciada, mas que existe para nortear os trabalhos de cada terreiro;
– A crença na imortalidade da alma;
– A Crença na reencarnação e nas leis cármicas;

Um Deus único e superior
Deus, em sua benevolência e em sua força emana de si e através dos Orixás e dos Guias (espíritos desencarnados) seu Amor, auxiliando os homens em sua caminhada para a elevação espiritual e intelectual.

Os Orixás
Na Umbanda os Orixás são energias, forças da natureza que estão presentes em todos os lugares, influenciando as pessoas e irradiando energias que mantém o equilíbrio natural dos elementos em relação ao universo.

Uma interpretação mais objetiva coloca os Orixás como energias emanadas da divindade, como subdivisões da unidade perfeita de Deus e não, como muitos pensam, como espíritos que progrediram muito espiritualmente, não necessitando mais do processo reencarnatório, e que para darem continuidade no seu progresso espiritual possuem como missão organizar e orientar uma rede de espíritos com menos progresso espiritual do que eles, ajudando-os a progredirem espiritualmente. Estes espíritos são, na verdade, os guias espirituais.

Cada pessoa está ligada a um desses Orixás e suas características são encontradas em seus filhos, seja na forma física ou, mais evidente, nas características psicológicas e comportamentais a qual a pessoa está relacionada.

Os elementos nos quais se manifestam os Orixás cultuados na Umbanda são:

Oxalá – Onipresente
Ogum – estradas e campinas
Oxóssi – nas matas
Xangô – pedreiras
Oxum – cachoeiras
Iansã – ventos e tempestades
Iemanjá – no mar
Obaluaê – na terra
Nanã – nas águas paradas e da lama dos fundos dos rios e lagos, além da água das chuvas.

A Umbanda prega a existência pacífica e o respeito ao ser humano, à natureza e a Deus. Respeitando todas as manifestações de fé, independentes da religião. Em decorrência de suas raízes, a Umbanda tem um caráter eminentemente pluralista, compreende a diversidade e valoriza a diferenças. Não há dogmas ou liturgia universalmente adotadas entre os praticantes, o que permite uma ampla liberdade de manifestação da crença e diversas formas válidas de culto.

A máxima dentro da Umbanda é “Dê de graça, o que de graça recebestes: com amor, humildade, caridade e fé”.

Esse texto é do blog Mariachiquinha que eu leio sempre e recomendo.

Mariachiquinha, obrigada mais uma vez por me deixar copiar.

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Maio é considerado o mês das mães, das noivas e de Maria, mãe de Jesus (Iça). Então achei interessante falar um pouco sobre como os muçulmanos concebem a Virgem Maria.

Virgem Maria no Islam

Maria, a Mãe de Jesus, detém uma posição muito especial no Islã, e Deus a proclama como a melhor mulher entre toda a humanidade, a quem Ele escolhe sobre todas as outras mulheres devido à sua religiosidade e devoção. Os mulçumanos prestam uma grande devoção à Virgem Maria, inclusive chamando-a de “Imaculada”.

De fato Ela foi uma mulher adequada a trazer um milagre como o de Jesus, que nasceu sem pai. Ela era conhecida por sua religiosidade e castidade, e se fosse diferente, ninguém teria acreditado em sua alegação de ter dado à luz enquanto mantinha seu estado de virgindade, uma crença e fato que o Islã considera verdadeiros.

Maria nasceu para Heli e sua esposa Hannah, que era uma mulher estéril e que desejava uma criança. Hannah prometeu a Deus que, se Ele a concedesse um filho, ela o consagraria a Seu serviço no Templo.

Deus respondeu à sua invocação, e ela concebeu uma criança. Quando ela deu à luz, ela se entristeceu, porque sua criança era uma menina e geralmente eram os meninos que prestavam serviço no Bait-ul-Maqdis.

“E quando deu à luz, ela disse, ‘Meu Senhor! Eu tive uma menina…e o menino não é igual à menina.”

Quando ela expressou sua tristeza, Deus a repreendeu dizendo:

“Deus sabe melhor o que ela deu à luz…” (Alcorão 3:36)

…porque Deus escolheu sua filha, Maria, para ser a mãe de um dos maiores milagres da criação: o nascimento virginal de Jesus, que Deus o exalte.

Ao contrário da crença cristã de que Maria era casada com José, o Islã mantém que ela não era noiva ou casada, e foi isso que causou a Ela tal angústia. Maria sabia que as pessoas chegariam à única conclusão lógica em relação à sua gravidez, de que tinha acontecido fora do casamento.

Embora muitos milagres tenham ocorrido na presença de Maria, tudo cessou após sua morte.

Dos 114 capítulos do Alcorão, Maria está entre as oito pessoas que têm um capítulo com o seu nome: o capítulo dezenove, “Mariam”, que é Maria em árabe. O terceiro capítulo no Alcorão tem o nome do pai dela, Imran (Heli). Os capítulos Mariam e Imran estão entre os capítulos mais bonitos no Alcorão. Além disso, Maria é a única mulher especificamente mencionada pelo nome no Alcorão. O Profeta Muhammad disse:

“As melhores mulheres do mundo são quatro: Maria a filha de Heli, Aasiyah a esposa do Faraó, Khadija bint Khuwaylid (a esposa do Profeta Muhammad), e Fátima, a filha de Muhammad, o Mensageiro de Deus.” (Al-Tirmidhi)

Apesar de todos esses méritos que mencionamos, Maria e seu filho Jesus foram somente humanos, e não tinham características que fossem além do campo da humanidade. Ambos foram seres criados e ambos ‘nasceram’ nesse mundo.

Texto lido:
Conceito islâmico de Maria, por M.Abdulsalam

Idolatria Islâmica

21 de abril de 2009

Pesquisando na internet, achei um artigo bastante interessante, algumas partes eu faço questão de pesquisar e dividir com vocês, mas pra quem tiver um tempinho eu recomendo a leitura do texto na íntegra. Depois podem comentar aqui, eu adoraria debater esse texto.

http://www.cacp.org.br/islamismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=347&menu=4&submenu=1

Abaixo reproduzo uma parte que me intrigou e que será ojeto do primeiro estudo:

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Alá – Mais um ídolo adorado na Caaba?

Para o Historiador Libanês Albert Hourani, Alá não passava de mais um dos deuses e ídolos do paganismo – “O nome dado a Deus era Alá, já em uso para um dos deuses locais, e hoje usado por judeus e cristãos de língua árabe como o nome de Deus…”(1, p. 33).

Escritores e historiadores que corroboram que Alá era mais um deus entre o panteão pagão da Arábia:

O escritor e ex-islâmico Dr Salim Almahdy, diz o seguinte a respeito de Alá – “O islamismo, Alá e grande parte do Alcorão já existiam antes de Maomé. O pai de Maomé chamava-se Abed Alá, que significa escravo de Alá… A Enciclopédia do Islamismo nos fala que os árabes pré-islâmicos conheciam Alá como uma das divindades de Meca… Segundo a Enciclopédia Chamber’s, ‘a comunidade onde Maomé foi criado era pagã, com diferentes localidades que tinham os seus próprios deuses, freqüentemente representados por pedras’. Em muitos lugares havia santuários para onde eram feitas peregrinações. Meca possuía um dos mais importantes, a Caaba, onde foi colocada a pedra negra, há muito tempo um objeto de adoração… Alá era o deus lua. Até hoje os muçulmanos usam a forma do quarto crescente sobre as suas mesquitas. Nenhum muçulmano consegue dar uma boa explicação para isso. Na Arábia havia uma deusa feminina que era a deusa sol e um deus masculino que era o deus lua. Diz-se que eles se casaram e deram à luz três deusas chamadas ‘as filhas de Alá’, cujos nomes eram Al Lat, Al Uzza e Manat. Alá, suas filhas e a deusa sol eram conhecidos como os deuses supremos. Alá, Allat, Al Oza e Akhbar eram alguns dos deuses pagãos…”(10).

Rushdie, autor de Versos Satânicos: “Pensai também em Lat e Uzza, e em Manat (filhas de Alá)… Elas são os pássaros exaltados, e sua intercessão é de fato desejada (pelos muçulmanos)…” (5, p.114 – parênteses do autor).

Mantran: “… Os árabes do Norte tinham crenças mais realistas: espíritos, djinns representados por árvore, pedras. Acreditavam também em divindades, muito numerosas, mas algumas eram veneradas pela maioria das tribos; as mais importantes entre essas divindades eram três deusas – Manat, Ozza e al-Lat, por sua vez subordinadas a uma divindade superior, ALÁ…”(6, p.52).

Mather e Nichols: “… Alá era uma divindade suprema já conhecida dos povos do Norte da Arábia” (7, p. 231).

O que Maomé realmente fez foi substituir o paganismo politeísta por um paganismo monoteísta, afinal todas as evidencias comprobatórias e históricas nos deixam elucidados de que Alá nunca foi mais do que um ídolo tribal!

Prof. João Flávio Martinez
Publicado no link acima em: Domingo, 17/06/2007
Pesquisado em 21/04/2009
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Como bem diz um blog de uma amiga:
CONSPIREM!

Idolatria

21 de abril de 2009

Vocabulário
Idolatria. sm. Culto prestado a ídolos. (Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda, Miniaurélio Século XXI, 2000, Ed. Nova Fronteira).

Ídolo. sm. 1.Estátua ou simples objeto cultuado como deus ou deusa. 2.Objeto em que se julga habitar um espírito, e por isso venerado. 3.Pessoa a quem se tributa respeito ou afeto excessivos.(Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda, Miniaurélio Século XXI, 2000, Ed. Nova Fronteira)

Bíblia Sagrada
Os dez mandamentos
“Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima, nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas de baixo da terra.”
“Não te encurvarás a elas, nem as servirás: porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais, nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.”
“E faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos.”
(Ex. 20:4-6)

Primeira Epístola de São Paulo aos Coríntios
“Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só.” (I Co. 8-4)
“Pelo que, se o manjar escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize.” (I Co. 8-13)

Alcorão Sagrado
“E quando viu despontar o sol, exclamou: Eis aqui meu Senhor! Este é maior! Porém, quando este se pôs, disse: Ó povo meu, não faço parte da vossa idolatria!” (Surata 6.78)

“Porém, se Deus quisesse, nunca se teriam dado á idolatria. Não te designamos (ó Mohammad) como seu defensor, nem como seu guardião.” (Surata 6.107).

“Porventura, enviamos-lhes alguma autoridade, que justifique a sua idolatria?” (Surata 30.35)

“Ó filho meu, não atribuas parceiros a Deus, porque a idolatria é grave iniqüidade.” (Surata 31.13)

“E permanecei tranqüilas em vossos lares, e não façais exibições, como as da época da idolatria; observai a oração, pagai o zakat , obedecei a Deus e ao seu Mensageiro, porque Deus só deseja afastar de vós a abominação, ó membros da Casa, bem como purificar-vos integralmente.” (Surata 33.33)

“São blasfemos aqueles que dizem: Deus é o Messias, filho de Maria, ainda quando o mesmo Messias disse: Ó israelitas, adorai a Deus, Que é meu Senhor e vosso. A quem atribuir parceiros a Deus, ser-lhe-á vedada a entrada no Paraíso e sua morada será o fogo infernal! Os iníquos jamais terão socorredores. São blasfemos aqueles que dizem: Deus é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Deus Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.” (Surata 5.72-73).

“Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo”. “(Surata 9.5)

É claro pra mim que a idolatria, no sentido estrito da palavra, é errada. A diferença está no entendimento do que é idolatria e do que são apenas imagens.
Nos dez mandamentos há a proibição da confecção de imagens, mas a crença absoluta em tudo que está escrito na bíblia é outro assunto.
A questão é que não vejo os católicos, lá em seus primórdios, como idólatras, se depois houve a corrupção da igreja e algumas pessoas hoje veneram outros que não Deus, elas que prestem contas a Ele depois. Mas a idéia primordial ( e me corrijam se eu estiver errada) é o uso dos santos como intermediários na relação com Deus.
Eu, pessoalmente, em meus anos de protestantismo, fixei a idéia de que não são necessários intermediários na sua relação com Deus.
Mas não vejo nada de errado na visão (visão e não adoração), dos santos como exemplos de vida a serem seguidos, eles/elas foram, em sua maioria, pessoas com vidas que são testemunhos de fé e abnegação.
E se para fazer com que as pessoas sejam melhores, elas revisitam a imagem dessas pessoas para lembrar de seus exemplos, não vejo mal algum. Ao contrário.

Eu mesma, não acredito em qualquer poder sobrenatural de imagens ou santos, mas tenho uma imagem de Nossa Senhora da Conceição e uma imagem de Santo Antônio, herdados de minha avó materna, que mantenho em meu quarto tanto pelo valor emocional, quanto pelo exemplo das pessoas que foram. Mas não presto qualquer tipo de adoração ou veneração às imagens ou a eles.

Terei de prestar contas por isso? Talvez. Mas não me preocupo porque é minha consciência que me rege e Deus sabe que meu amor e minha adoração se dirigem unicamente a ele.